A FEQ sedia vários projetos e centros de grande porte em colaboração com outras instituições privadas e instituições de ensino superior, como as elencadas a seguir.
Inovar na produção de bioetanol por meio de tecnologias mais baratas. Essa é a proposta do Laboratório de Biocombustíveis Avançados de Segunda Geração (A2G). Abrigado no Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG) e na Faculdade de Engenharia Química (FEQ), o A2G é um dos projetos da Unicamp contemplados pelo São Paulo Excellence Chair (SPEC), programa da Fapesp que promove a vinda de especialistas estrangeiros para a criação de núcleos de pesquisa nas universidades paulistas.
O Laboratório é dirigido por Lee Rybeck Lynd, do Dartmouth College, e conta com uma equipe de pesquisadores associados da universidade norte-americana e da Unicamp, além de pós-graduandos locais das áreas de Genética, Biologia Molecular e Engenharia Química.
O Centro de Inovação em Novas Energias (CINE) é resultado de uma parceria que envolve Unicamp, USP, IPEN/CNEN, Fapesp e a empresa Shell.
Criado em 2018 com a missão de “participar ativamente” da transição de uma matriz energética na qual predominam os combustíveis fósseis para uma economia baseada em fontes renováveis, o CINE visa a otimizar as novas formas de gerar e armazenar energia por meio de dois eixos principais: pesquisa na fronteira do conhecimento e transferência de tecnologia à indústria.
O foco das atividades do INCT-BIOFABRIS é a integração de aspectos computacionais, novas técnicas de processamento e desenvolvimento de biomateriais, estratégias de engenharia bio-inspiradas (biomimetismo), e os conceitos fundamentais de biologia celular e suas aplicações em Engenharia Tecidual.
O projeto desenvolve uma ferramenta computacional para otimizar malhas de detectores de gás, incorporando o sistema de votação entre detectores — algo ignorado por métodos atuais. Usando simulações de dispersão, define-se um padrão matemático que garante detecção por ao menos dois sensores, servindo de base para um novo modelo de otimização incorporado ao código OPT. O resultado será uma ferramenta que melhora a cobertura, a segurança e a priorização de manutenção dos detectores.
O projeto visa desenvolver uma ferramenta confiável, baseada em CFD e em softwares abertos como OpenFOAM ou MFIX, para simular e projetar sistemas de gaseificação em leito fluidizado. O modelo permitirá avaliar a gaseificação de biomassas e resíduos industriais ou urbanos como fontes térmicas para processos industriais. Sua calibração e validação serão feitas comparando simulações com testes em bancada e em escala industrial.